Tô bebado. Mas sei o que digo e o que penso, sei o que sinto quando ouço uma musica e ela diz...Amén!
Talvez outras estrelas, não cheguem agora, tão pronto! Mas meu desacalanto pede uma emergência, e, emergem certas inconcludências, essências de pensar e de não saber o que digo, mas admito que bebi e estou bêbado.
Bêbado de coisas, de vontades, é uma bebedeira de resolver pendências, que meu divã, tornam inexatas, ou menos explicitas, por demais comportadas e suportadas, enquanto a primavera não chega.
Penso! Logo sou burro, o suficiente pra não entender sentimentos nem momentos. Existo ! Logo não vivo, e por conseqüência, não entendo o que vivo. Mas, me aproveito disso, pra mascarar o que sou. Um vampiro de sentimentos, de disputar a vida que briga e grita,mas que se contenta com silêncio. Humanos, evoluíram tanto, que se fizeram incógnitas de si mesmos. Não sei se choro ou me atormento, toda a minha humanidade é unicamente ...
Lamento.
“Sei que sou sólido e são, Para mim num permanente fluir,convergem os objetos do universo; Todos estão escritos para mim , e eu tenho de saber o que significa O que esta escrito. “– Walt Whitman
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Raízes
Árvores nunca dizem nada, são silenciosas, apenas pressentem e sentem. Eu também. Talvez, seja o ideal pronunciar-se silenciosamente, em forma de folhas mortas ...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Liberdade , medo ...
... A unica liberdade da qual tenho certeza é a de ser espirito. No Universo sou livre e absoluto. Empresto minha energia a todas as coisas, e tudo o demais, presta-se à minha essência.
Tenho medo do que não entendo, do que não compreendo e do que não se presta à explicação. Me atemoriza o que não se justifica.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Duet
Eu : Tanto quanto sei,todas as coisas andam pelo mesmo universo feminino. Ainda, é a mesma mulher que sonhei.
Por isso, não me pergunte o que passa, sei tudo o que ficou. Quando passar, será porque não guardo lembranças;
e, eu: A pérfida coloração do desejo, simbiótico despertar do virtuosismo incandescente, arremete lentitude ao movimento, celeridade aos tons do pensamento ...
Gozar o gozo dos olhares cintilantes, carnal sombra de brisa, rediviva que vibra, fluindo em hálito quente. Pulsa o pulso de teus rios, pulsam afluentes e vertentes ...
Rompe a alva e etérea nudez, a insensatez desses versos verdes.
Eu : estou vazio quando mastigo essas palavras que me atormentam. Vazio de descrição exata desse tempo,
dessa hora que sufoca, dessa morte que não sustento.
Quisera morrer de inconsequência, de inanição da retórica, da verdade planetária que me assombra com metáforas ...
e, eu : dizer por fim que não respiro, perece o lamento, bebo em minha alma o vinho brindando o alvorecer do esquecimento.
Eu e eu; somos rebeldes, frutos dessa rebeldia que só a inconsciência permite.
Por isso, não me pergunte o que passa, sei tudo o que ficou. Quando passar, será porque não guardo lembranças;
e, eu: A pérfida coloração do desejo, simbiótico despertar do virtuosismo incandescente, arremete lentitude ao movimento, celeridade aos tons do pensamento ...
Gozar o gozo dos olhares cintilantes, carnal sombra de brisa, rediviva que vibra, fluindo em hálito quente. Pulsa o pulso de teus rios, pulsam afluentes e vertentes ...
Rompe a alva e etérea nudez, a insensatez desses versos verdes.
Eu : estou vazio quando mastigo essas palavras que me atormentam. Vazio de descrição exata desse tempo,
dessa hora que sufoca, dessa morte que não sustento.
Quisera morrer de inconsequência, de inanição da retórica, da verdade planetária que me assombra com metáforas ...
e, eu : dizer por fim que não respiro, perece o lamento, bebo em minha alma o vinho brindando o alvorecer do esquecimento.
Eu e eu; somos rebeldes, frutos dessa rebeldia que só a inconsciência permite.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Lista...
Alguém, deveria relacionar meus absurdos ... O senão por detrás de uma mímica incompleta, ignorância em profusão, não é mais uma benção é a mutilação do espírito que nunca mais se completa.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Instintos ...
Talvez penses sem dizer, que me resumo à um punhado de coisas desconectas, perdido em meu próprio labirinto. Eu penso e digo, que me acostumei às mágoas, que deságuas sobre mim.
Tenho um agradecimento triste, desses que se pronúncia em silêncio, para não despertar melancolias, nem desconcertar ideologias. O que nunca teve início, teve irremediavelmente meu sim.
Cada amanhecer surge sonolento, crio meu próprio planeta em tua face. Picos nevados circundam teus vales,
despertos pelos raios doirados de teus cabelos, decido, que devo calar, amar ... Silenciosamente sentir.
Mãos que acariciam, lêem a estória, lábios que beijam a boca que acorda, toca, desejo que se renova, o olhar que aprova, é outro sim que submerge, a planície nevada que treme, é o estertor do gozo do amor que dói e se levanta soberano, teu oceano flui e me inclui em tuas ondas, deslizo sobre as marés de tua lua redonda, amo e o que amo, é uma geografia planetária que escorre sobre ti. Quero respirar teus cabelos o perfume de teus seios,tua sensibilidade cúmplice de mulher.
Ah! Tu piel, tu piel que tiembla, tiembla bajo las sábanas. Hoy és mañana, ahora me vuelvo al ayer.
Tenho um agradecimento triste, desses que se pronúncia em silêncio, para não despertar melancolias, nem desconcertar ideologias. O que nunca teve início, teve irremediavelmente meu sim.
Cada amanhecer surge sonolento, crio meu próprio planeta em tua face. Picos nevados circundam teus vales,
despertos pelos raios doirados de teus cabelos, decido, que devo calar, amar ... Silenciosamente sentir.
Mãos que acariciam, lêem a estória, lábios que beijam a boca que acorda, toca, desejo que se renova, o olhar que aprova, é outro sim que submerge, a planície nevada que treme, é o estertor do gozo do amor que dói e se levanta soberano, teu oceano flui e me inclui em tuas ondas, deslizo sobre as marés de tua lua redonda, amo e o que amo, é uma geografia planetária que escorre sobre ti. Quero respirar teus cabelos o perfume de teus seios,tua sensibilidade cúmplice de mulher.
Ah! Tu piel, tu piel que tiembla, tiembla bajo las sábanas. Hoy és mañana, ahora me vuelvo al ayer.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Para mi amigo Pedro.
Amiguito de mirada larga, de amplitud universal. Tu que viene de lejos y me lleva tan cerca de tus pensamientos. Quiero decirte de mi amistad, y de lo bueno que és llevarte en mi alma, desde mi región tan llejana, que por ahora, el tiempo no te permite llegar.
Aqui, de mi hogar yo te miro, y te regalo las bendiciones de los angelitos, para que tengas un cumpleaños feliz.
Te llegarán siempre los mejores sueños, volando como las golondrinas en sus largos veranos, eso es todo lo
que mas deseo...
Si no te busco, no será porque te olvidé, si no para que cuando quieras, me encuentres. Quiero que mires mas allá del horizonte, y que tu corazón encante, a quien te guste encantar, dejálo volar por tus secretos de vivir.
Y bueno amigo, que más decir ... Si no, que me gustaria hacer poemas y decirlos directamente a ti.
Abrazo amigo Pedro, feliz cumpleaños otra vez.
PS: Pedro, eu nunca fui e nem soube jamais ser poeta. Mas, ao escrever e te dedicar esse texto, me senti um poeta pela primeira e única vez. ( mesmo nesse espanhol arranhado, fiquei feliz em escreve-lo)
Obrigado pela inspiração.
Beijo no coração.
Aqui, de mi hogar yo te miro, y te regalo las bendiciones de los angelitos, para que tengas un cumpleaños feliz.
Te llegarán siempre los mejores sueños, volando como las golondrinas en sus largos veranos, eso es todo lo
que mas deseo...
Si no te busco, no será porque te olvidé, si no para que cuando quieras, me encuentres. Quiero que mires mas allá del horizonte, y que tu corazón encante, a quien te guste encantar, dejálo volar por tus secretos de vivir.
Y bueno amigo, que más decir ... Si no, que me gustaria hacer poemas y decirlos directamente a ti.
Abrazo amigo Pedro, feliz cumpleaños otra vez.
PS: Pedro, eu nunca fui e nem soube jamais ser poeta. Mas, ao escrever e te dedicar esse texto, me senti um poeta pela primeira e única vez. ( mesmo nesse espanhol arranhado, fiquei feliz em escreve-lo)
Obrigado pela inspiração.
Beijo no coração.
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