“Sei que sou sólido e são, Para mim num permanente fluir,convergem os objetos do universo; Todos estão escritos para mim , e eu tenho de saber o que significa O que esta escrito. “– Walt Whitman
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Lista...
Alguém, deveria relacionar meus absurdos ... O senão por detrás de uma mímica incompleta, ignorância em profusão, não é mais uma benção é a mutilação do espírito que nunca mais se completa.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Instintos ...
Talvez penses sem dizer, que me resumo à um punhado de coisas desconectas, perdido em meu próprio labirinto. Eu penso e digo, que me acostumei às mágoas, que deságuas sobre mim.
Tenho um agradecimento triste, desses que se pronúncia em silêncio, para não despertar melancolias, nem desconcertar ideologias. O que nunca teve início, teve irremediavelmente meu sim.
Cada amanhecer surge sonolento, crio meu próprio planeta em tua face. Picos nevados circundam teus vales,
despertos pelos raios doirados de teus cabelos, decido, que devo calar, amar ... Silenciosamente sentir.
Mãos que acariciam, lêem a estória, lábios que beijam a boca que acorda, toca, desejo que se renova, o olhar que aprova, é outro sim que submerge, a planície nevada que treme, é o estertor do gozo do amor que dói e se levanta soberano, teu oceano flui e me inclui em tuas ondas, deslizo sobre as marés de tua lua redonda, amo e o que amo, é uma geografia planetária que escorre sobre ti. Quero respirar teus cabelos o perfume de teus seios,tua sensibilidade cúmplice de mulher.
Ah! Tu piel, tu piel que tiembla, tiembla bajo las sábanas. Hoy és mañana, ahora me vuelvo al ayer.
Tenho um agradecimento triste, desses que se pronúncia em silêncio, para não despertar melancolias, nem desconcertar ideologias. O que nunca teve início, teve irremediavelmente meu sim.
Cada amanhecer surge sonolento, crio meu próprio planeta em tua face. Picos nevados circundam teus vales,
despertos pelos raios doirados de teus cabelos, decido, que devo calar, amar ... Silenciosamente sentir.
Mãos que acariciam, lêem a estória, lábios que beijam a boca que acorda, toca, desejo que se renova, o olhar que aprova, é outro sim que submerge, a planície nevada que treme, é o estertor do gozo do amor que dói e se levanta soberano, teu oceano flui e me inclui em tuas ondas, deslizo sobre as marés de tua lua redonda, amo e o que amo, é uma geografia planetária que escorre sobre ti. Quero respirar teus cabelos o perfume de teus seios,tua sensibilidade cúmplice de mulher.
Ah! Tu piel, tu piel que tiembla, tiembla bajo las sábanas. Hoy és mañana, ahora me vuelvo al ayer.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Para mi amigo Pedro.
Amiguito de mirada larga, de amplitud universal. Tu que viene de lejos y me lleva tan cerca de tus pensamientos. Quiero decirte de mi amistad, y de lo bueno que és llevarte en mi alma, desde mi región tan llejana, que por ahora, el tiempo no te permite llegar.
Aqui, de mi hogar yo te miro, y te regalo las bendiciones de los angelitos, para que tengas un cumpleaños feliz.
Te llegarán siempre los mejores sueños, volando como las golondrinas en sus largos veranos, eso es todo lo
que mas deseo...
Si no te busco, no será porque te olvidé, si no para que cuando quieras, me encuentres. Quiero que mires mas allá del horizonte, y que tu corazón encante, a quien te guste encantar, dejálo volar por tus secretos de vivir.
Y bueno amigo, que más decir ... Si no, que me gustaria hacer poemas y decirlos directamente a ti.
Abrazo amigo Pedro, feliz cumpleaños otra vez.
PS: Pedro, eu nunca fui e nem soube jamais ser poeta. Mas, ao escrever e te dedicar esse texto, me senti um poeta pela primeira e única vez. ( mesmo nesse espanhol arranhado, fiquei feliz em escreve-lo)
Obrigado pela inspiração.
Beijo no coração.
Aqui, de mi hogar yo te miro, y te regalo las bendiciones de los angelitos, para que tengas un cumpleaños feliz.
Te llegarán siempre los mejores sueños, volando como las golondrinas en sus largos veranos, eso es todo lo
que mas deseo...
Si no te busco, no será porque te olvidé, si no para que cuando quieras, me encuentres. Quiero que mires mas allá del horizonte, y que tu corazón encante, a quien te guste encantar, dejálo volar por tus secretos de vivir.
Y bueno amigo, que más decir ... Si no, que me gustaria hacer poemas y decirlos directamente a ti.
Abrazo amigo Pedro, feliz cumpleaños otra vez.
PS: Pedro, eu nunca fui e nem soube jamais ser poeta. Mas, ao escrever e te dedicar esse texto, me senti um poeta pela primeira e única vez. ( mesmo nesse espanhol arranhado, fiquei feliz em escreve-lo)
Obrigado pela inspiração.
Beijo no coração.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Jealous guy ...
A amargura breve, se agita, grita. Amargura longa, silencia e domina ... Grito, pra não alimentar a amargura do que duvido, do que não é passível de explicar.
A união dos sonhos, é uma estória dificel de contar, porque egoísta é o sentido, e o que se sente é eternizar o mito, do que muito se conta, ao tocar ...
E não importa a musica, sempre é preciso dançar. Por isso admito ... Danço a insolência de toda mulher que me quer.
Decidi que meus sonhos, não vão mais sonhar . Estão fora de controle e não quero viver de desculpas, nem das culpas que meus sonhos podem causar. Nada em mim, sente necessidade de perdoar e por fim, nenhum lugar é bom pra se estar ...
A união dos sonhos, é uma estória dificel de contar, porque egoísta é o sentido, e o que se sente é eternizar o mito, do que muito se conta, ao tocar ...
E não importa a musica, sempre é preciso dançar. Por isso admito ... Danço a insolência de toda mulher que me quer.
Decidi que meus sonhos, não vão mais sonhar . Estão fora de controle e não quero viver de desculpas, nem das culpas que meus sonhos podem causar. Nada em mim, sente necessidade de perdoar e por fim, nenhum lugar é bom pra se estar ...
sábado, 12 de dezembro de 2009
From a distance.
Não sei qual será o meu caminho, andei demais ... E tanto ! Que desenhei em mim, a estrutura da cebola.
Nada muda, nem eu, portanto. O aprazível precisa ter mais sabor, que encanto, e o amor é mesmo uma salada decorada.
Eu simplesmente não sei, por quê percorre-me a sensação de uma casa vazia. Será o discernimento que produz a constatação de uma distancia? De tanto não pensar, agora sei plenamente que não sei, e que nunca, de verdade, me importei. Aprendi que longe de mim, é um lugar que nunca posso estar, e não adianta desejar ... Quando se cala a alma, se acalma a mente e o coração não sente.
Nada muda, nem eu, portanto. O aprazível precisa ter mais sabor, que encanto, e o amor é mesmo uma salada decorada.
Eu simplesmente não sei, por quê percorre-me a sensação de uma casa vazia. Será o discernimento que produz a constatação de uma distancia? De tanto não pensar, agora sei plenamente que não sei, e que nunca, de verdade, me importei. Aprendi que longe de mim, é um lugar que nunca posso estar, e não adianta desejar ... Quando se cala a alma, se acalma a mente e o coração não sente.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Tudo é verdade - Walt Whitman -
Ó eu, há tanto tempo um homem de fé indolente,
Erguendo-me a distância, negando porções de mim mesmo por
[tanto tempo,
Somente hoje consciente da sólida verdade inteiramente derramada,
Descobrindo hoje que não há mentira ou forma de mentira, e não
[pode haver mentira alguma, mas que ela cresce sobre si,
tal como a verdade faz sobre si mesma,
Ou como age qualquer lei da terra ou qualquer produção natural da
[terra.
(Isto é curioso e pode não ser percebido imediatamente, mas precisa
[ser percebido,
Sinto em mim que represento falsidades, tal como os demais,
E que isso é o que faz o Universo.)
Onde falhou um retorno perfeito, indiferente a mentiras ou à verdade?
Está sobre o solo ou na água ou no fogo? Ou no espírito do homem?
[Ou na carne e no sangue?
Meditando entre mentirosos e retirando-me asperamente para o
[centro de mim mesmo, vejo que de fato não há mentirosos
nem mentiras afinal,
E que nada falha ao seu perfeito retorno, e aquilo que se conhece
[por mentiras são retornos perfeitos,
E cada coisa representa exatamente a si mesma e aquilo que a
[aperfeiçoou,
E que a verdade inclui tudo e é sólida tanto quanto o espaço é sólido,
E que não há falha ou vácuo no montante da verdade - mas que
[ tudo é verdade, sem exceção;
E doravante celebrarei qualquer coisa que vejo ou sou,
E cantarei e sorrirei e nada negarei.
Ps: Obrigado, Senhor Whitman.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Amarantine
O novembro foi doce, porque ainda tinha contido, o âmago da primavera. Como se dividisse as esferas donde renascem as estórias de amor, era um gosto napolitano, creme, morango e chocolate, cobertura de leite condensado ... Mas não tinha aroma de flor. Não pairava no ar aquela essência, que toda a primavera irradia, e eu ... Respirando janelas vazias, não sinto dor, penso que respiro a condição do sossego, o Karma que acalma a alma ... Suspiro !
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